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Policy Brief n° 9

Reindustrializar com gás natural: potenciais e limites do Gás para Empregar

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Estudo Estratégico n° 6

O labirinto da tentativa de construção de um “novo” mercado de gás no Brasil: primeiros resultados de uma política pública imposta e propostas para um novo caminho

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Gás do Povo, o Fortalecimento da Petrobras e o Combate à Pobreza Energética
Boletim Ineep

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Estudos estratégicos

Estudo Estratégico n. 6 | O labirinto da tentativa de construção de um “novo” mercado de gás no Brasil: primeiros resultados de uma política pública imposta e propostas para um novo caminho

Policy Briefs – Policy Brief n. 9 | Reindustrializar com gás natural: potenciais e limites do Gás para Empregar
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Policy Briefs – Policy Brief n. 9 | Reindustrializar com gás natural: potenciais e limites do Gás para Empregar

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O Observatório

A crise climática é real. A contribuição do setor de óleo e gás também. Uma transição energética justa no Brasil deve ter o setor de óleo e gás na construção de uma ação climática que participe da concertação internacional sem reproduzir um pensamento único.

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ineep

O Ineep apresenta o 1º Boletim do Setor de Óleo & Gás do Norte Fluminense. A publicação trimestral analisa a dinâmica da Bacia de Campos, com foco no Norte Fluminense.

O editorial desta edição destaca que, apesar do crescimento na produção de petróleo e gás na Bacia de Campos em 2025, o nível ainda é historicamente baixo, o que reforça o caráter estrutural de seu declínio e a necessidade de recomposição dos investimentos, tanto na revitalização de campos maduros quanto na ampliação das atividades exploratórias.

Além disso, o boletim reúne análises sobre:

• produção de petróleo e gás
• preços dos combustíveis
• arrecadação de royalties e participação especial
• mercado de trabalho

Os dados têm como base informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis \(ANP\) e da Relação Anual de Informações Sociais \(RAIS\) referentes a 2025.

Confira a análise em detalhes: https://lnkd.in/ddEbrwKT

#baciadecampos #oleoegas #offshore #nortefluminense

O preço do gás natural voltou ao centro do debate energético no Brasil, mas, ao contrário do que muitos pensam, o problema não está apenas nos conflitos internacionais.

Neste vídeo, nosso pesquisador @Leonardo Mosimann Estrella analisa os desafios do setor nacional de gás natural no 1º trimestre de 2026 \(1T26\) e explica o que está por trás dessa nova pressão sobre os preços. Confira!

Leia a análise completa do setor nacional de gás natural no 1T26 no Boletim do Gás Natural nº 5: https://lnkd.in/dJMn5pBY

#gásnatural #oleoegas #gasodutos

O Brasil registrou no primeiro trimestre de 2026 \(1T26\) o maior volume de produção de petróleo e gás natural já registrado para o período.

Impulsionado pelo avanço do pré-sal, que foi responsável por 80,2% da produção nacional, o país alcançou média de 5,33 milhões de barris de óleo equivalente por dia \(MMboe/d\).

Na comparação com o 1T25, a produção nacional cresceu 17,6%, com destaque para o pré-sal, que avançou 19,7%. Já o pós-sal e a produção terrestre registraram crescimento de 10,1% e 7,7%, respectivamente.

Confira, no Boletim de E&P nº 10, a análise detalhada da produção nacional de petróleo e gás natural no 1T26: https://lnkd.in/duxUtdg2

#exploraçãoeprodução #petróleo #Petrobras

Análise \| O gás vai subir: a guerra pressiona, mas a conta é estrutural

O editorial desta 5ª edição do Boletim do Gás Natural mostra que a alta do gás natural voltou a ocupar posição no debate energético nacional.

Embora o conflito no Oriente Médio influencie os preços domésticos, o elevado custo do gás no país permanece associado, sobretudo, a gargalos estruturais da indústria brasileira de gás.

Para o Ineep, a superação desse quadro requer a reconstrução de mecanismos de coordenação entre a União e os estados, associada a uma revisão crítica do atual modelo regulatório do setor e do fortalecimento da Petrobras.

Leia o Boletim completo: https://lnkd.in/dJMn5pBY

#gásnatural #oleoegas #indústria

Enquanto a Petrobras perde participação relativa nas reservas nacionais de petróleo e gás natural, multinacionais e empresas privadas avançam no controle desses recursos estratégicos.

Reverter o avanço da desnacionalização das reservas brasileiras demanda o fortalecimento da Petrobras e a ampliação do regime de partilha com protagonismo da estatal como operadora, além da revisão do formato e frequência de leilões da ANP.

Essas ações devem estar aliadas à maior capacidade de planejamento e coordenação estatal para a preservação da soberania energética nacional.

Saiba mais sobre essa análise no Boletim de E&P nº 10: https://lnkd.in/duxUtdg2

A produção de óleo, LGN e gás natural da Petrobras no 1T26 atingiu o recorde de 3,225 milhões de barris de óleo equivalente por dia \(MMboe/d\), registrando um aumento de 3,7% em relação ao 4T25 \(3,109 MMboe/d\) e um crescimento de 16,1% quando comparado ao 1T25 \(2,778 MMboe/d\).

Em relação à produção total de derivados no 1T26, o volume foi de 1,816 MMboe/d, representando um aumento de 6,7% em relação ao 4T25 \(1,702 MMboe/d\) e um crescimento de 6,4% frente ao 1T25 \(1,706 MMboe/d\).

O fator de utilização total \(FUT\) das refinarias no 1T26 foi de 95%, apresentando um avanço de 6% em relação ao 4T25 \(89%\) e um aumento de 5% na comparação com o 1T25 \(90%\).

#Petrobras #refino #oleoegas #combustíveis

Em abril, o preço médio nacional do GLP \(gás de cozinha\) voltou a subir após 5 meses de estabilidade, variando de R$ 110,15 para R$ 113,69, um aumento de 3,2%.

Mesmo apresentando variações menores em relação aos demais combustíveis, o preço do GLP segue acima do maior preço médio registrado nos últimos 5 anos para o mesmo período, de R$ 109,31.

O aumento no preço final foi puxado, principalmente, pela elevação da margem bruta de distribuição e revenda, que foi de R$ 55,16 em março para R$ 64,02 em abril, uma variação de 16,1%.

Para saber mais sobre a trajetória dos preços dos combustíveis em abril, confira o Boletim de Preços nº 36: https://lnkd.in/dJmCJj79

#GLP #gásdecozinha

Ineep Explica: o que são minerais críticos?

A crescente disputa internacional por minerais críticos está no centro do debate geopolítico.

A América Latina concentra grandes reservas desses minerais estratégicos, mas ainda ocupa, majoritariamente, um papel exportador de matérias-primas brutas, com pouca participação nas etapas de refino e na produção de tecnologias ligadas à transição energética.

No caso do Brasil, fortalecer a capacidade de regulação e investimento do Estado, além de ampliar o processamento e o refino desses minerais no país, é fundamental para reduzir a dependência da exportação de commodities e promover um desenvolvimento mais autônomo.

➧ O Ineep Explica é um quadro em que os especialistas do Instituto explicam brevemente temas importantes do setor energético no Brasil e no mundo.

Quais assuntos você gostaria de ver nas próximas publicações? 👇

#economia #mineraiscríticos #terrasraras #geopolítica

A desnacionalização das reservas de petróleo e gás do Brasil

A 10ª edição do Boletim de Exploração e Produção de Petróleo e Gás analisa como o crescimento das reservas provadas no Brasil, ao longo da última década, não foi acompanhado pelo fortalecimento da soberania energética nacional.

Enquanto a participação da Petrobras nas reservas diminuiu, multinacionais e empresas privadas ampliaram o controle sobre recursos estratégicos para o desenvolvimento do país.

O Boletim mostra que, como tais empresas são orientadas prioritariamente pela rentabilidade dos ativos, o aumento das reservas não garante, necessariamente, maior segurança e soberania energética.

Leia o material completo: https://lnkd.in/duxUtdg2

#exploraçãoeprodução #petróleo #Petrobras #petroleoegas

Em abril, o petróleo seguiu em patamar elevado no mercado internacional, aproximando-se de US$ 118 por barril.

No Brasil, a pressão sobre os preços dos derivados impactou principalmente o diesel, devido ao seu papel estratégico na cadeia logística nacional e à dependência de importações. Ainda assim, o ritmo de alta dos combustíveis desacelerou no período, com exceção do GLP, cujo repasse ocorreu com maior defasagem.

Os dados mostram que esse resultado esteve diretamente relacionado à atuação da Petrobras, que mitigou a pressão sobre os preços internos, enquanto as refinarias privadas acompanharam mais de perto o preço de paridade de importação \(PPI\).

Para saber mais sobre a análise dos preços dos combustíveis em abril, confira: https://lnkd.in/dJmCJj79

Quem abastece o Brasil?

Em 2025, a produção de derivados no país seguiu concentrada nas grandes refinarias da Petrobras, responsáveis por 82% do total nacional. Mesmo com a redução de 2,8% na produção da estatal em relação a 2024, seu papel no abastecimento do país segue central.

Enquanto isso, o segmento privado ampliou sua participação e respondeu por cerca de 18% da produção nacional em 2025. Ainda assim, o principal desafio permanece: a insuficiência da capacidade de refino no país.

É preciso ampliar o parque nacional de refino, tanto por meio do aumento do fator de utilização das unidades existentes quanto através de novos investimentos, incluindo a recomposição das refinarias privatizadas.

Esse passo é essencial para reduzir a dependência de importações de derivados, garantir o abastecimento nacional e fortalecer a segurança energética.

➧ Errata: a unidade de medida correta do gráfico é m³.

#refino #combustíveis #petroleoegas #petrobras

Análise \| O editorial desta edição analisa que os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o mercado internacional de petróleo permaneceram relevantes em abril, pressionando preços, ampliando preocupações com a segurança energética e os efeitos sobre as economias nacionais.

No Brasil, embora os preços dos combustíveis também tenham sido pressionados, três fatores contribuíram para mitigar parcialmente os efeitos da crise:

• a capacidade doméstica de produção;
• as medidas adotadas pelo governo federal; e
• a atuação da Petrobras.

Ainda assim, a dependência de importações de combustíveis reforça a necessidade de recomposição de ativos estratégicos da Petrobras no refino e na distribuição, além do avanço de uma agenda de diversificação energética.

Confira a análise completa no Boletim de Preços nº 36: https://lnkd.in/dJmCJj79

#combustíveis #petrobras #orientemédio #refino

A transição energética não significa parar a produção de petróleo

José Sergio Gabrielli, pesquisador do Ineep e ex-presidente da Petrobras, participou do programa Fórum Sindical, em que discutiu os desafios da transição energética, destacando a necessidade de mudanças estruturais de longo prazo. Confira um trecho!

Gabrielli analisou também os impactos da guerra no Oriente médio e da crise no sistema internacional de energia sobre o Brasil.

📹 Assista ao programa completo no canal de YouTube da TV Fórum: https://lnkd.in/dwPrhh\_P

Desempenho operacional e alta nos preços internacionais decorrentes das primeiras semanas de guerra no Oriente Médio impulsionam lucro líquido de R$ 32,7 bilhões da Petrobras no 1T26, terceiro melhor resultado desde 2023.

A combinação de uma estratégia de manutenção de investimentos no E&P, associada a ampliação do fator de utilização de seu parque de refino se mostraram determinantes para manutenção das receitas líquidas neste trimestre, apesar da queda de 9,8% nos preços dos derivados no mercado interno, quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior \(1T25\).

A companhia divulgou seus resultados financeiros e operacionais na última segunda \(11\).

A edição de maio do Boletim Ineep traz, em seu editorial, um panorama da Primeira Conferência Internacional “Transição para além dos combustíveis fósseis”, realizada em abril, na cidade de Santa Marta, na Colômbia.

A Conferência evidenciou os desafios para a construção de processos efetivos de cooperação internacional, especialmente em um contexto marcado pelo aprofundamento das disputas geopolíticas.

Diante desse cenário, o Ineep reforça a compreensão da transição energética como um processo complexo, gradual e não linear, que precisa da coordenação do poder público e da participação popular, com garantias de soberania e justiça social.

Também é possível conferir, no boletim, a análise dos resultados operacionais da Petrobras no primeiro trimestre de 2026. Esses dados são analisados pela pesquisadora @Maria Clara Arouca, mestre em População, Território e Estatísticas Públicas pela ENCE/IBGE.

Leia o boletim completo acessando: https://lnkd.in/gnyDq3-V

#transiçãoenergética #setorenergético #energiafóssil #geopolítica

Nossos diretores, @Mahatma Ramos e @Ticiana Alvares, visitaram as instalações da Universidade Petrobras para conhecer de perto a metodologia e os laboratórios dessa instituição que é tão importante para o desenvolvimento técnico no setor de óleo e gás no Brasil.
Agradecemos ao Gerente Geral, @Robson Leite, Msc, pela recepção e pela apresentação detalhada da estrutura da universidade. E também ao Dr. @Daniel Chavez, que nos acompanhou também durante toda a visita, trazendo um olhar global sobre o papel das estatais de petróleo no mundo.
Conhecer de perto essa experiência de educação corporativa é fundamental para continuarmos produzindo estudos que dialogam com a realidade da nossa indústria.

Nossa diretora técnica, @Ticiana Alvares, analisou os impactos da saída dos Emirados Árabes da OPEP na geopolítica global de energia, sobretudo em relação aos preços internacionais do petróleo e no mercado doméstico.

A entrevista foi concedida nesta última terça-feira \(28\) para o Record News. Confira um trecho!

📹 Record News

Em 2025, a produção de petróleo e gás natural alcançou 4,897 milhões de barris de óleo equivalente/dia \(boe/d\), cerca de 12,7% a mais do que o recorde alcançado em 2023 \(4,344 milhões de boe/d\).

Neste mesmo ano, a produção média anual de petróleo registrou recorde, atingindo a marca de 3,770 milhões de barris/dia. Já a produção de gás natural alcançou a média anual de 179 milhões de metros cúbicos/dia, também atingindo o recorde histórico de produção.

Vale destacar que as 10 instalações marítimas que mais produziram óleo e gás em 2025 estão localizadas no pré-sal da Bacia de Santos, o que reforça a centralidade do pré-sal na produção nacional de óleo e gás \(cerca de 79,6%\).

#petróleoegas #offshore #exploraçãoeprodução #petroleiros

As transformações no setor energético estão em curso e entender os cenários que se configuram no Brasil e no mundo é fundamental.

Em homenagem ao #DiadoLivro, que foi semana passada, reunimos as obras produzidas pelo Ineep ao longo dos anos, que tratam das principais temáticas do setor.

➧ Todas disponíveis para download gratuito!

🔗 Acesse: http://ineep.org.br

Ineep participa de conferência internacional e reforça o papel do Estado na transição energética

Do dia 24 ao 27/4, foi realizada a "Primeira Conferência Internacional para a Transição além dos Combustíveis Fósseis", em Santa Marta, na Colômbia.

Nossa diretora técnica, @Ticiana Alvares, participou da mesa “Empresas Estatais Internacionais de Hidrocarbonetos diante da Transição: rumo a um desenvolvimento com justiça socioambiental no Sul Global”, realizada ontem \(26\).

Em sua fala, a diretora destacou a necessidade de equilibrar os três pilares do trilema energético: garantir a segurança energética, combater a pobreza energética e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Além disso, defendeu a coordenação do Estado no enfrentamento desse desafio, com projetos estratégicos de longo prazo, investimentos robustos, política industrial ativa e o papel central das empresas estatais na internalização de bens e insumos essenciais para o abastecimento nacional.

O evento reuniu sindicalistas e especialistas da América Latina e de diversas partes do mundo para a construção coletiva de caminhos para a transição energética diante da crise climática.

Na contramão das grandes economias, o Brasil mantém estabilidade nas emissões de metano \(CH₄\) ao longo de 50 anos.

Entre 1970 e 2024, enquanto China, Estados Unidos, Rússia e Índia apresentaram crescimento expressivo ou forte volatilidade nas emissões de metano, o Brasil registrou uma trajetória relativamente estável.

Ao longo de toda a série, as emissões brasileiras oscilaram entre 80 e 110 milhões de toneladas de CH₄. Em 2024, o Brasil registrou aproximadamente 100 milhões de toneladas, patamar próximo ao observado décadas atrás.

O metano é um dos principais gases do aquecimento global, suas emissões estão associadas aos processos de exploração e produção \(E&P\) de gás e petróleo. Processos mais eficientes reduzem essas emissões, de modo que a relativa estabilidade brasileira demonstra preocupação do país com as atividades de E&P.

Para saber mais sobre a série histórica e acompanhar a evolução de outros indicadores do setor, acesse o Painel de Indicadores do Observatório do Óleo e Gás: https://lnkd.in/d-wmkDYD

#metano #emissões #mudançasclimáticas #setorenergético

Em 2025, a dependência externa no suprimento de combustíveis no mercado interno foi de aproximadamente 7,5% na gasolina, 24,6% no diesel e 20,8% no GLP.

Isso evidencia uma contradição estrutural no setor, já que o Brasil também é um grande exportador de petróleo cru.

Além disso, esse arranjo reforça um padrão primário-exportador, com impactos diretos sobre a segurança energética. No caso do diesel, por exemplo, amplia a exposição aos choques de preços internacionais, especialmente neste cenário de instabilidade causado pela guerra no Oriente Médio.

Confira o Boletim do Abastecimento nº 3 para saber mais detalhes desta análise: https://lnkd.in/drwnn9Dk

Nosso diretor técnico, @Mahatma Ramos, fala sobre o que está por trás da nova política energética das grandes potências.

O diretor esteve, na última segunda \(13\), no encontro Diálogos AMSUR, realizado pelo Instituto Sulamericano para a Cooperação e a Gestão Estratégica de Políticas Públicas, em que abordou a guerra do Irã, os impactos sobre a economia brasileira e as medidas adotadas pelo governo federal para mitigar as pressões nos preços internos dos combustíveis.

Confira um trecho!

Assista à discussão completa no canal do Instituto: https://lnkd.in/dVAN5yDh

Como a guerra no Oriente Médio impactou os preços dos combustíveis no Brasil em março?

Nosso pesquisador @Iago Montalvão explica os principais pontos do Boletim de Preços de abril, que aborda os efeitos do conflito no Oriente Médio, sobretudo do fechamento do Estreito de Ormuz, nos preços internos no mês de março.

Confira! Para saber mais detalhes, acesse o Boletim de Preços dos Combustíveis n° 35: https://lnkd.in/d-ARmx9f

Ineep se soma à luta pelo fortalecimento e integração do Sistema Petrobrás

A diretora técnica do Ineep, @Ticiana Alvares, participa, ao lado de representantes da FUP e de lideranças sindicais, de importantes iniciativas em defesa da reestatização de ativos estratégicos do Sistema Petrobrás \(refinarias, BR Distribuidora e Liquigás\), privatizados nos governos Temer e Bolsonaro.

Na terça-feira \(14\), foi realizada, na Câmara dos Deputados, audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação para debater as pressões sobre os preços dos combustíveis frente aos conflitos no Oriente Médio.

Já nesta quarta-feira \(15\), a mobilização continua com duas agendas centrais em Brasília \(DF\): pela manhã, ocorreu a Marcha da Classe Trabalhadora pelo fim da escala 6x1 e a reestatização das refinarias e distribuidoras e, na parte da tarde, será lançada a Frente Parlamentar Mista.

A FUP participa da construção da estratégia da Frente Parlamentar, com apoio do Ineep e do Dieese/subseção FUP.

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