Em artigo publicado no Brasil 247, o pesquisador do Ineep Iago Montalvão avalia que a queda no preço do petróleo ao longo de 2025, com alta pontual durante conflitos no Oriente Médio, levou o setor a rever projeções e adotar uma postura mais cautelosa nos investimentos. A valorização do real reforçou esse cenário ao baratear derivados no mercado interno, mas reduziu a rentabilidade das exportações, em meio ao aumento do envio de petróleo cru ao exterior.
Nesse contexto, o especialista destaca que o refino nacional torna-se estratégico por agregar valor ao petróleo e reduzir a vulnerabilidade externa. Contudo, em 2025 não houve expansão da produção de combustíveis refinados, mantendo elevada dependência de importações de diesel e GLP, ao mesmo tempo em que a Petrobras reduziu investimentos no setor.
Para Montalvão, em 2026, a expectativa é de queda contínua do preço do petróleo, pressionando combustíveis e receitas do setor. Embora beneficie consumidores, o cenário desafia investimentos e reforça a necessidade de ampliar o refino e o uso estratégico do petróleo.
Leia o artigo completo no Brasil 247.
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