Em artigo publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, o pesquisadora do Ineep Fernanda Brozoski avalia que, no que tange ao papel da Petrobras como indutora da neoindustrialização e da transição energética, o novo plano de negócios aponta em outra direção ao reduzir a alocação de recursos para projetos estruturantes de longo prazo.
A pesquisadora aponta que, considerando que a produção de petróleo deve atingir seu pico até 2034 e que os projetos de baixo carbono têm longos ciclos de maturação, a baixa intensidade de investimentos nesse período de alta rentabilidade compromete a capacidade futura da empresa de liderar uma transição energética consistente e justa, além de limitar seu papel na neoindustrialização brasileira.
Para Brozoski, é essencial que a Petrobras apresente um plano estruturado de transição energética, com metas e diretrizes claras, alinhado às prioridades nacionais de desenvolvimento.
Leia o artigo completo no Le Monde Diplomatique Brasil.
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