Em artigo publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, o pesquisador do Ineep Leonardo Estrella avalia que o Plano 2026–2030 da Petrobras segue a estratégia de recomposição dos planos anteriores e mantém a perspectiva de ampliação da oferta de gás e de reativação das fábricas de fertilizantes, buscando enfrentar os limites herdados do processo de desmonte da empresa.
Ainda assim, a estatal segue condicionada por gargalos logísticos e desafios estruturais que mantêm o gás caro e pouco interiorizado e restringem a potencial contribuição da companhia para um projeto nacional orientado pelo interesse público, aponta ele.
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