Em artigo publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, os diretores técnicos do Ineep, Mahatma Ramos e Ticiana Alvares, avaliam que o Plano de Negócios da Petrobras acompanha a tendência global de desaceleração dos investimentos na indústria de óleo e gás e, mais uma vez, reforça o compromisso com a disciplina de capital e a geração de valor aos acionistas.
O Plano, no entanto, inova ao incorporar um instrumento “adicional” de governança que amplia a flexibilidade e discricionariedade nos compromissos de investimento, sobretudo no curto prazo, e reafirma o corte de gastos operacionais, sem detalhar seus possíveis impactos sobre a força de trabalho, apontam eles.
Para os diretores, as iniciativas voltadas ao longo prazo e à transição energética justa ainda são tímidas. Avançar em novas rotas tecnológicas é estratégico para o país, e a Petrobras deve exercer papel central na reindustrialização, retomando seu protagonismo em P&D e inovação, especialmente em tecnologias de baixo carbono.
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