Em artigo publicado no Poder360, a pesquisadora do Ineep Fernanda Brozoski avalia que, em 2025, o acirramento das disputas geopolíticas colocou a segurança energética no centro das estratégias estatais, impulsionando o retorno às fontes fósseis e dificultando a transição energética e o enfrentamento da crise climática. O multilateralismo perdeu força e cresceu a competição por recursos estratégicos.
A especialista destaca que, nesse contexto, Brasil e América do Sul tornaram-se alvo de maior disputa entre potências, especialmente pelos EUA, reforçando a inserção periférica da região.
Para Brozoski, em 2026, a cooperação regional surge como espaço estratégico de defesa de interesses e fortalecimento da transição energética justa.
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