Em artigo publicado no Jornal GGN, a pesquisadora do Ineep Alessandra Leal avalia que, em 2025, o refino brasileiro teve avanços pontuais, mas a capacidade nacional permaneceu estagnada, mantendo a dependência de importações e a vulnerabilidade a oscilações externas.
Diante desse cenário, a especialista defende ser essencial recolocar o refino no centro da estratégia energética e industrial. A ausência de um plano de expansão e modernização mantém o país dependente de derivados e limita a captura de valor na cadeia do petróleo.
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